Por que você está sofrendo? Deus está te moldando | Missionára Edméia Williams
Summary
O vídeo explora a identificação do cristão com Cristo através da morte, sepultamento e ressurreição, contrastando com a identificação anterior com Adão. O batismo é apresentado como um símbolo externo dessa transformação interna. O pregador enfatiza que a fé em Jesus Cristo leva à justificação e ao início de um processo de santificação contínuo, onde o corpo se torna um templo e instrumento para a glória de Deus. A mensagem também aborda a importância do arrependimento e da confissão contínua dos pecados, mesmo para aqueles que nasceram de novo em Cristo, exemplificando o processo de santificação com a ressurreição de Lázaro e o ensinamento de Jesus sobre lavar os pés.
Key Insights
Cristãos são identificados com Cristo em morte, sepultamento e ressurreição, substituindo a identificação com Adão.
A verdade fundamental para o cristão é sua identificação com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Antes, estávamos identificados com Adão no pecado e na condenação. Agora, estamos identificados com Cristo em santificação e justificação. Tudo o que aconteceu com Cristo (morte, sepultamento, ressurreição) aconteceu conosco.
Na casa de Cornélio, a fé precedeu o recebimento do Espírito Santo e o batismo, evidenciando o modelo apostólico.
Em Atos 10, Pedro prega a Jesus para Cornélio e seus convidados. Antes que Pedro terminasse de falar, o Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a palavra. Eles creram no coração, experimentando o milagre da fé através da palavra de Deus, e foram selados com o Espírito Santo. Isso estabelece um modelo onde a fé e o recebimento do Espírito ocorrem antes do batismo, sem a necessidade de imposição de mãos.
A ressurreição de Lázaro exemplifica a ressurreição para uma nova vida de comunhão e participação com Cristo.
Lázaro, morto por quatro dias, é ressuscitado pelo poder da palavra de Jesus. Após ser desatado de seus lençóis, ele se junta a Jesus à mesa. Isso simboliza que, após a ressurreição em Cristo, participamos da sua vida, compartilhamos o mesmo pão e nos assentamos à mesa com Ele, unidos em um só corpo.
O corpo, uma área neutra, deve ser apresentado como sacrifício vivo a Deus, transformado pela renovação da mente.
O corpo em si não é pecaminoso, mas pode ser controlado por Deus ou pelo pecado. Em Romanos 12, Paulo exorta a apresentar os corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, e a não se conformar com o século, mas ser transformado pela renovação da mente para experimentar a vontade de Deus.
Ao confessar Jesus, o crente é justificado e transportado do reino das trevas para o reino de Deus.
No momento em que se confessa Jesus como Senhor e Salvador, ocorre a justificação. Toda a dívida é paga, é como se nunca tivéssemos pecado. Deus nos transporta do império das trevas para o reino do Seu Filho, registrando nosso nome no livro da vida. Nunca mais entraremos em julgamento e nos tornamos filhos de Deus.
A regeneração, não a adoção, nos torna filhos de Deus com o DNA divino, pela morte e ressurreição com Cristo.
Não somos filhos de Deus apenas por adoção, mas por regeneração. Deus nos faz morrer em Cristo, sepulta-nos e, ao confessarmos Jesus, somos gerados novamente. Isso nos confere o DNA de Deus, nos tornando verdadeiramente Seus filhos por um processo espiritual, diferente da adoção humana.
Pecar como cristão é um 'acidente' que exige confissão imediata para manter a comunhão com Cristo.
Assim como lavar os pés após um banho, um cristão pode pecar e precisar ter seus 'pés' lavados por Jesus para manter a comunhão. Não se trata de um novo nascimento, mas de confessar a verdade sobre as próprias falhas, reconhecendo a tendência pecaminosa e buscando o perdão para não perder a parte com Cristo.
Sections
A Identificação com Cristo
Cristãos são identificados com Cristo em morte, sepultamento e ressurreição, substituindo a identificação com Adão.
A verdade fundamental para o cristão é sua identificação com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Antes, estávamos identificados com Adão no pecado e na condenação. Agora, estamos identificados com Cristo em santificação e justificação. Tudo o que aconteceu com Cristo (morte, sepultamento, ressurreição) aconteceu conosco.
O batismo é a demonstração externa de uma transformação interna através da fé.
O batismo não é um ritual aleatório; é a demonstração externa e pública de algo que já ocorreu no coração. A decisão de seguir Jesus, a morte para o pecado, o sepultamento e a ressurreição são eventos espirituais que o batismo simboliza.
A fé e a confissão de Jesus Cristo como Salvador são essenciais para a salvação.
Citar a passagem de Marcos 16:16, onde Jesus diz: 'Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crê continua do mesmo jeito, já está condenado.' Isso ressalta que a fé precede o batismo e a não crença resulta em condenação.
Exemplos Bíblicos de Fé e Batismo
O eunuco etíope foi batizado após Felipe explicar Isaías 53, demonstrando a necessidade de entendimento e fé.
No livro de Atos, capítulo 8, Felipe encontra um eunuco etíope lendo Isaías 53. Percebendo sua dificuldade de compreensão, Felipe o ensina sobre Jesus. Quando o eunuco pergunta sobre o batismo, Felipe afirma que é lícito se ele crê de todo o coração. O eunuco confessa sua fé em Jesus Cristo como Filho de Deus, e então é batizado. Isso ilustra que o milagre da fé ocorre primeiro no coração, seguido pela confissão e o batismo.
Na casa de Cornélio, a fé precedeu o recebimento do Espírito Santo e o batismo, evidenciando o modelo apostólico.
Em Atos 10, Pedro prega a Jesus para Cornélio e seus convidados. Antes que Pedro terminasse de falar, o Espírito Santo desceu sobre todos os que ouviam a palavra. Eles creram no coração, experimentando o milagre da fé através da palavra de Deus, e foram selados com o Espírito Santo. Isso estabelece um modelo onde a fé e o recebimento do Espírito ocorrem antes do batismo, sem a necessidade de imposição de mãos.
A Nova Vida em Cristo
Morrer para o pecado significa não ser mais escravo dele, como a morte impede o contato com vícios.
A relação do cristão com o pecado muda drasticamente. Assim como uma pessoa falecida não pode ser tentada por vícios terrenos (ex: álcool), o cristão que morreu para o pecado não é mais escravo dele. É uma verdade ilustrada pela ressurreição de Lázaro.
A ressurreição de Lázaro exemplifica a ressurreição para uma nova vida de comunhão e participação com Cristo.
Lázaro, morto por quatro dias, é ressuscitado pelo poder da palavra de Jesus. Após ser desatado de seus lençóis, ele se junta a Jesus à mesa. Isso simboliza que, após a ressurreição em Cristo, participamos da sua vida, compartilhamos o mesmo pão e nos assentamos à mesa com Ele, unidos em um só corpo.
Viver uma vida nova em Cristo implica buscar as coisas do alto e não mais as terrenas, pois nossa vida está oculta com Ele.
Como ensina Colossenses 3, os que são de Cristo devem buscar as coisas do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus, pois nossa vida está oculta com Ele em Deus. Essa nova vida não deve parecer comum ou como a de quem não morreu em Cristo. Se morremos e ressuscitamos com Cristo, vivemos para a novidade de vida.
Viver em pecado é viver na morte, pois o salário do pecado é a morte, enquanto o de Cristo é a vida.
O pecado é apresentado como um senhor; quando o pecado é o senhor, o salário é a morte. Em contraste, quando Jesus é o senhor, o salário é a vida. Portanto, viver deliberadamente no pecado é rejeitar a nova vida e retornar à morte espiritual.
O Corpo como Templo e Arma
O corpo, uma área neutra, deve ser apresentado como sacrifício vivo a Deus, transformado pela renovação da mente.
O corpo em si não é pecaminoso, mas pode ser controlado por Deus ou pelo pecado. Em Romanos 12, Paulo exorta a apresentar os corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, e a não se conformar com o século, mas ser transformado pela renovação da mente para experimentar a vontade de Deus.
Deus usa o corpo dos crentes como instrumento para Sua glória e para a construção do Seu reino.
Nosso corpo pode ser usado por Deus para realizar Sua vontade: como a mão de Moisés com a vara para abrir o Mar Vermelho, o grito do povo para derrubar Jericó, o estilingue de Davi para vencer Golias, os pés de Paulo para evangelizar, ou os olhos e ouvidos de João para receber visões. Deus usa nossos membros para manifestar Sua presença e poder.
O corpo também pode ser usado como membro para o pecado, afetando todos os aspectos do ser.
O exemplo de Davi demonstra como os olhos podem cobiçar, a mente tramar esquemas malignos, as mãos escrever ordens covardes, e o corpo ser afetado pelo pecado, incluindo a mente, ouvidos, coração e lábios. O pecado de Davi afetou seu ser integralmente, como revelado no Salmo 51.
Justificação e Santificação
Ao confessar Jesus, o crente é justificado e transportado do reino das trevas para o reino de Deus.
No momento em que se confessa Jesus como Senhor e Salvador, ocorre a justificação. Toda a dívida é paga, é como se nunca tivéssemos pecado. Deus nos transporta do império das trevas para o reino do Seu Filho, registrando nosso nome no livro da vida. Nunca mais entraremos em julgamento e nos tornamos filhos de Deus.
A santificação é um processo contínuo onde o Espírito Santo nos molda à imagem de Cristo.
Após a justificação, inicia-se a santificação, um processo que dura toda a vida. O Espírito Santo trabalha em nós para nos tornar semelhantes a Jesus, o primogênito entre muitos irmãos. Este processo envolve dores e problemas, contrariando a ideia de que filhos de Deus não sofrem.
A regeneração, não a adoção, nos torna filhos de Deus com o DNA divino, pela morte e ressurreição com Cristo.
Não somos filhos de Deus apenas por adoção, mas por regeneração. Deus nos faz morrer em Cristo, sepulta-nos e, ao confessarmos Jesus, somos gerados novamente. Isso nos confere o DNA de Deus, nos tornando verdadeiramente Seus filhos por um processo espiritual, diferente da adoção humana.
A Importância do Arrependimento e da Santidade
Arrependimento é a primeira pregação do Novo Testamento e é essencial para a salvação e comunhão com Deus.
João Batista e Jesus iniciaram seus ministérios com o chamado ao arrependimento. No Pentecostes, Pedro também pregou arrependimento e fé em Jesus para o perdão dos pecados. O arrependimento é um passo necessário para se reconciliar com Deus e para ter parte com Cristo.
Pecar como cristão é um 'acidente' que exige confissão imediata para manter a comunhão com Cristo.
Assim como lavar os pés após um banho, um cristão pode pecar e precisar ter seus 'pés' lavados por Jesus para manter a comunhão. Não se trata de um novo nascimento, mas de confessar a verdade sobre as próprias falhas, reconhecendo a tendência pecaminosa e buscando o perdão para não perder a parte com Cristo.
Aqueles que nasceram de Deus não vivem na prática contínua do pecado, mas se arrependem e confessam suas falhas.
A natureza pecaminosa e as inclinações ao pecado existem, mas a prática deliberada do pecado não caracteriza quem nasceu de Deus. O pecado é comparado a um assédio que seduz, e é crucial não cair nele, confessando as falhas a Jesus, que nos comprou com Seu sangue e deseja nossa comunhão contínua.
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